Bairros de Natal receberão estímulos para o desenvolvimento e a geração de novos negócios com o projeto Territórios Criativos. O projeto será lançado na próxima terça-feira (8) nas Rocas e, na quarta-feira (9), na Vila de Ponta Negra. Estes bairros foram escolhidos em função da diversidade cultural, turística e gastronômico das duas comunidades.

A iniciativa foi idealizada pelo Sebrae no Rio Grande do Norte e conta com o apoio técnico e pedagógico do Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano (IADH).

O projeto pretende criar ambientes favoráveis ao desenvolvimento dos pequenos negócios nos territórios, incentivando o empreendedorismo ancorado em processos produtivos de base criativa. O objetivo do projeto é, ao longo de um ano, trabalhar para fortalecer a economia criativa das localidades, com capacitações e apoio à qualificação para o desenvolvimento de produtos e serviços criativos pelos agentes locais.

A solenidade de lançamento do Projeto Rocas Território Criativo está marcada para começar às 19h, na quadra de esportes do colégio estadual Café Filho. Na ocasião, serão detalhadas as ações previstas para o bairro e também haverá apresentações culturais. Artistas e grupos das Rocas vão mostrar o que o local tem de melhor. Já o lançamento do Projeto Vila Território Criativo será no Centro Pastoral da Vila de Ponta Negra, a partir das 18h. Assim como nas Rocas, estão programados o detalhamento das ações a serem desenvolvidas na área e apresentações culturais, como uma mostra da potencialidade cultural e criativa do local.

Com a implementação das ações, espera-se o fortalecimento e a organização socioprodutiva desses territórios, com alinhamento de propósitos coletivos, de modo a contribuir para que se firmem, de maneira qualificada, como polos criativos reconhecidos em Natal.

De acordo com Cária Lopes, gestora do projeto no Sebrae-RN, incentivar o crescimento da economia criativa é uma estratégia fundamental para o empoderamento socioeconômico dos territórios. “Isso se consegue através da promoção da expressividade como uma dimensão básica da dignidade, da inclusão social e do pleno exercício das liberdades”, disse.

Fonte: G1 – 06/03/2016

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